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::::: Nossos Cursos

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CURSOS TÉCNICOS

● Técnico em Edificações
● Técnico em Nutrição e Dietética
● Técnico em Secretaria Escolar
● Técnico em Eletromecânica
● Técnico em Radiologia
● Técnico em Meio Ambiente
 

 


● Técnico em Administração
● Técnico em Estética
● Técnico em Enfermagem
● Técnico em Saúde Bucal
● Técnico em Segurança do Trabalho
● Especialização em Enfermagem no Trabalho
● Técnico em Análises Clínicas

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Desenhista Projetista da Construção Civil (Cadista) CBO-3185-10
Agente de Segurança do Trabalho CBO-5123-25
Auxiliar Técnico de Instalações Eletromecânicas CBO-3003-05
Agente de Defesa Ambiental CBO-3522-05
Auxiliar de Radiologia CBO-7664-20
Atendente de Enfermagem CBO-5151-15
 

 


Atendente de Clínica de Estética CBO-4221-10
Assistente Administrativo CBO-4110-10
Auxiliar de Saúde Bucal CBO-3224-14
Recepcionista Auxiliar de Secretaria Escolar CBO-5221-05
Auxiliar de Laboratório de Análises Clínicas CBO-5152-15
 

Qualificação Profissional
São cursos que têm o objetivo de propiciar formação inicial e continuada que oportunizam aquisição e/ou complementação de conhecimentos em diversas áreas produtivas, proporcionando a capacitação e atualização exigida pelo mercado de trabalho.

Técnico de Nível Médio
São cursos de nível médio que objetiva habilitar e capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo. Acesso imediato ao mercado de trabalho é um dos propósitos dos que buscam estes cursos, além da perspectiva de requalificação ou mesmo reinserção no setor produtivo.

Ensino Fundamental e Médio
Educação Infatil - Pré-Escola
Ensino Fundamental 1º ao 9º ano
Ensino Médio - 1º ao 3º séries
Educação para Jovens e Adultos - Ensino Médio 1ª e 2ª etapas


CERTIFICADOS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL (CERTIFICAÇÃO INTERMEDIÁRIA)

Cursos técnicos de Nível Médio podem ser organizados por etapas/módulos com previsão de terminalidade que caracterize uma ocupação para o trabalho, claramente definida e com identidade própria, cabendo considerar as ocupações classificadas pela CBO – Classificação Brasileira de Ocupações.
A certificação intermediária deverá está prevista no projeto pedagógico de Curso (PPC) e cadastrada no SISTEC e no SIGAA. A Certificação intermediária dará CERTIFICADO DE

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL.
Exemplo: Curso Técnico em Informática que ao final do segundo semestre do curso pode oferecer o “Certificado de Qualificação Profissional em Informática Básica” e ao final do curso oferecer o “Diploma de Técnico em Informática”.

Caberá a Instituição certificar e registrar esse certificado, de acordo com as normas institucionais.
A LDB nº 9.394/96 é um marco para a educação profissional, pois é o primeiro instrumento legal que a considera como uma modalidade integrada as demais formas da educação nacional e, portanto, é dever da sociedade e do Estado de garantir aos cidadãos o direito a profissionalização e ao desenvolvimento de aptidões Profissional, estabelece que:
“Art. 1º- A educação profissional, prevista no art. 39 da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Observadas as diretrizes curriculares nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação, será desenvolvida por meio de cursos e programas de:
I – formação inicial e continuada de trabalhadores; II – educação profissional técnica de nível médio; e III – educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação.”
O referido decreto dá especial destaque à noção de itinerário Formativo, quando no art. 3º dispõe que “os cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores, referidos no inciso / do art,1º, incluídos a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização, em todos os níveis de escolaridade, poderão ser ofertados segundo itinerários formativos, objetivando o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva e social”. E no § 1º determina que “para fins do disposto no caput considera-se Itinerário Formativo.

Decreto Federal que regulamenta a LDB nº 9394, no que se refere à educação profissional, em substituição ao Decreto nº 2.208/97.
A organização curricular deve ser flexível e atender as realidades locais. A escola tem autonomia para definir suas programações segundo seu projeto político-pedagógico. A flexibilidade curricular dá maior autonomia às escolas para definir suas programações de acordo com as realidades locais. Os currículos passam a ser construídos a partir da definição de um perfil profissional que possua identidade reconhecida no mercado de trabalho.

A flexibilidade deve estar presente na construção dos currículos em diferentes perspectivas: na oferta de cursos, na organização dos conteúdos por disciplinas, projetos e módulos e nas atividades pedagógicas desenvolvidas ao longo da formação. Dentre as várias formas sugeridas para a flexibilidade dos currículos, o Parecer CNE/CEB nº 16/99 destaca a modularização. Os módulos podem ou não ter terminalidade. Com terminalidade, preparam o aluno para exercer uma atividade profissional identificada no mercado de trabalho. Sem terminalidade, desenvolvem competências de caráter geral que fundamentam o processo formativo.

Os princípios que orientam a organização e a oferta da educação profissional sugerem, por fim, que a escola permaneça atenta à realidade, evitando de um lado o imediatismo e de outro a defasagem. Num mundo caracterizado por mudanças cada vez mais rápidas, o desafio consiste em manter sempre atualizadas as competências que regem a oferta da educação profissional, assim como Itinerários Formativos condizentes com o mercado de trabalho.

 


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